Economia — 11 de julho de 2026
Entidades do Brasil e EUA propõem acordo para evitar novo tarifaço de Trump, após a China implementar tarifas sobre importações brasileiras.
As entidades do Brasil e EUA propuseram um acordo para evitar o novo tarifaço de Trump, após a China implementar tarifas sobre importações brasileiras. A proposta foi apresentada em uma reunião entre representantes do governo brasileiro e do governo dos EUA, realizada em 31 de maio em Washington D.C.
Na reunião, os representantes do governo brasileiro e do governo dos EUA discutiram a proposta de um acordo para evitar o novo tarifaço de Trump. A proposta visa reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras, incluindo carne bovina, soja e minério de ferro. A China aplicou tarifas de 25% sobre essas importações em junho de 2018, afetando negativamente a economia brasileira.
Os representantes do governo brasileiro e do governo dos EUA concordaram em reduzir as tarifas impostas pela China sobre essas importações. A redução das tarifas visa promover a cooperação comercial entre os dois países e estimular o comércio entre eles. A proposta também visa evitar o novo tarifaço de Trump, que poderia afetar negativamente a economia brasileira.
A implementação das tarifas pela China em junho de 2018 afetou negativamente a economia brasileira. As importações brasileiras para a China caíram em 22% em 2018, comparado ao ano anterior. A perda de mercado foi especialmente sentida no setor de carne bovina, que perdeu R$ 1,3 bilhão em 2018 devido às tarifas impostas pela China.
Além disso, a implementação das tarifas também afetou negativamente a soja brasileira. A China é o maior comprador de soja do Brasil, e a implementação das tarifas afetou negativamente a exportação de soja para o país. A perda de mercado foi especialmente sentida no estado de Mato Grosso, que é o maior produtor de soja do Brasil.
As tensões comerciais entre a China e os EUA datam de 2018, quando a China implementou tarifas sobre importações dos EUA. A China aplicou tarifas de 25% sobre importações de carros, aeronaves e outros produtos dos EUA. A medida foi retaliatória à aplicação de tarifas pela China sobre importações de carnes e outros produtos dos EUA.
As tensões comerciais entre a China e os EUA continuaram em 2019, quando a China implementou tarifas sobre importações de carnes e outros produtos dos EUA. A China aplicou tarifas de 25% sobre importações de carnes, aeronaves e outros produtos dos EUA. A medida foi retaliatória à aplicação de tarifas pela China sobre importações de carnes e outros produtos dos EUA.
Representantes do governo brasileiro e do governo dos EUA concordaram em reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras. A redução das tarifas visa promover a cooperação comercial entre os dois países e estimular o comércio entre eles.
"A proposta de acordo visa reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras e promover a cooperação comercial entre os dois países," disse Diogo Schelp, representante do governo brasileiro. "A redução das tarifas visa estimular o comércio entre os dois países e evitar o novo tarifaço de Trump."
O acordo proposto visa reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras, incluindo carne bovina, soja e minério de ferro. A redução das tarifas visa promover a cooperação comercial entre os dois países e estimular o comércio entre eles.
A redução das tarifas também visa beneficiar os produtores de carne bovina, soja e minério de ferro no estado de São Paulo e no ABCD paulista. Os produtores de carne bovina, soja e minério de ferro no estado de São Paulo e no ABCD paulista perderam R$ 1,3 bilhão em 2018 devido às tarifas impostas pela China.
A proposta de acordo visa reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras e promover a cooperação comercial entre os dois países. A redução das tarifas visa estimular o comércio entre os dois países e evitar o novo tarifaço de Trump.
A implementação do acordo depende da aprovação do governo brasileiro e do governo dos EUA. A aprovação do acordo visa reduzir as tarifas impostas pela China sobre importações brasileiras e promover a cooperação comercial entre os dois países.
Fonte: Folha de S.Paulo