Política — 20 de junho de 2026
A Polícia Civil do Tocantins concluiu a Operação Falsa Emergência, indiciando dez pessoas por supostas irregularidades em contrato de R$ 139 milhões para a gestão das UPAs de Palmas.
A Polícia Civil do Tocantins finalizou o inquérito da Operação Falsa Emergência, indiciando dez pessoas por supostas irregularidades no contrato de gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. O acordo, avaliado em R$ 139 milhões, é alvo de investigação por possíveis fraudes.
As apurações indicaram a existência de fraudes no processo de contratação e um possível desvio de recursos públicos. A investigação também apontou para uma atuação coordenada entre agentes públicos e particulares, visando viabilizar a parceria.
Entre os indiciados estão Dhieine Caminski, ex-secretária municipal de Saúde, e Andreis Vicente da Costa, que ocupava o cargo de ex-superintendente de Atenção à Saúde. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva também foi indiciada, sendo apontada pela investigação como lobista do contrato.
Os autos da investigação foram encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO). Esses órgãos serão responsáveis por analisar o caso e determinar as medidas legais cabíveis diante das conclusões do inquérito.
Fonte: Inquérito aponta indícios de fraude em contrato das UPAs de Palmas e termina com dez indiciados